terça-feira, 3 de abril de 2012

Desabafinho!

Tem dias que estou assim: não quero pensar em mais nada, não quero fazer mais nenhum esforço mental. A vida é tão atribulada, tão corrida, me sinto pequena diante da imensidão. Sou uma só, quero abraçar o mundo, quero ter forças para correr, mas hoje eu só quero sentar num cantinho e chorar. É chorar... chorar alívia também, e não choro só por tristeza, porque realmente não estou triste, estou cansada! Parece que quando choro coloco tudo para fora, todas as emoções reprimidas, todas as energias ruins, tudo o que não foi feito, tudo que ainda há por fazer. Só me resta escrever, desabafar e continuar respirando, respirando, respirando... Pronto! Já to até rindo das bobagens que acabei de falar.
Sim, porque pensamentos pequenos devem durar curtos espaços de tempo. Há tantos momentos maravilhosos para lembrar, tantos amigos ao meu lado, planos presentes, planos futuros. Eu tenho essa incrível capacidade de exorcisar o baixo astral, assim num estalo de dedos. Entre tantos defeitos, essa  é uma das minhas virtudes que poucas pessoas tem, eu sei.
Vou lá, dar um abraço apertado nas minhas filhas, o principal motivo de eu ser tão feliz, e também o principal motivo por eu estar tão cansada ;)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Juliane no país das maravilhas!

As vezes eu me comporto como uma adulta. Pareço responsável, afinal sou mãe, esposa, estudante, profissional. O mundo exige atitudes da minha parte, espera respostas à altura das responsabilidades impostas. Assim, sigo bebendo socialmente, conversas maduras, risadas na medida, me posiciono perante alguns assuntos, seguindo o protocolo de uma pessoa "adulta". Na verdade, passei em torno de 20/25 anos esperando, com uma certa ansiedade, por esta fase. Explico-me: sempre quis ser independente, decidir meus próprios passos, sair de casa, fazer minhas escolhas, não dar satisfação. A vida é tão irônica, quando pude finalmente tocar meus projetos de independência, tão desejados durante a infância e adolescência, simplesmente não consegui decidir nada. Eram tantas opções, e a vida sempre me pareceu tão longa, ficava difícil tomar decisões inalteráveis. Enfim, situações acima da minha vontade foram se apresentando, e aprendi a administra-las. Amadureci. E, só então, me convenci de que eu realmente havia me tornado uma "adulta".

Porém há um pedaço de mim revelado para poucos, a quem chamo carinhosamente de amigos. Para esta ínfima parte da população mundial posso ser eu mesma, sem máscaras, sem reservas, sem pré conceitos, sem dilemas. Sou moleca, falo bobagens, gargalhadas altas, choro, grito, ofereço meu ombro, meus conselhos (de uma pessoa experiente...hahaha), danço, canto. É com eles que divido meus melhores momentos: os de felicidade plena por me sentir viva!

P.S.: Obrigada amigos!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Viajando na viagem!

Por que eu AMO pegar a estrada com o Ronald Luz?
Porque o ombro dele está ali, ao alcance da minha cabeça, e de quebra rola até um cafuné. Nunca temos hora para sair, e muito menos para chegar. O papo rola solto, as vezes só sai bobagem (e muita risada, nossa especialidade, diga-se de passagem), mas (de vez em quando...hahaha) surge algum assunto polêmico em uma conversa mais madura. Tudo isso sempre regado a um bom chimarrão, ao som de nossas músicas preferidas (os gostos divergem um poquinho...rs*), é claro! Apreciando a paisagem, uma paradinha básica para fotos e besliquetes... Enfim, pegar a estrada com o Ronald é praticamente uma viagem a parte, uma viagem dentro da própria viagem. E apertem os cintos!! Contando os minutos para sair do "mundo real" e viver só o nosso mundo particular!!! #amomto